Olá, é um prazer ter sua companhia !

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drummond de Andrade )


quinta-feira, 12 de março de 2009

Ideias para Sala de Aula

Ideias para sala de aula
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AQUI SEGUEM ALGUMAS SUGESTÕES DO BLOG BAU DE IDEIAS, PARA A SALA DE AULA.


Moldes EVA

Sugestões da Prof. Ivanise:


Mural Bem-vindos!













Moldes EVA
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Clique nas figuras para ampliar.

Moldes dos bonecos do mural (menino e menina).


Molde da boneca do porta-papel.



Linguagem 30: Nome Próprio

Nome próprio
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O nome próprio tem uma carga afetiva para a criança, pois marca sua identidade. Além disso, é a primeira conquista escrita de uma criança. Por isso, um trabalho de alfabetização a partir da escrita do nome próprio deve receber atenção especial na educação infantil.

É importante realizar um trabalho intencional que leve ao reconhecimento e reprodução do próprio nome. A escrita do nome fornece às crianças um repertório básico de letras que lhes servirá de fonte de informação para produzir outras escritas.

As justificativas para um trabalho pedagógico a partir da lista de nomes são:

  • O nome tem função social claramente definida: identificar pessoas, marcar seus pertences;
  • O nome da criança é uma palavra que em geral é reconhecida entre tantas outras palavras;
  • A leitura do nome ajuda a criança a compreender como a escrita funciona porque tem um modelo para pensar: ela começa por imitar o nome, quase que desenhando. Aos poucos, passa a observar regularidades, por exemplo, ao copiar seu nome, nota que as letras sempre se repetem e aparecem na mesma ordem. Por fim, ela também vai percebendo, ao ler a lista de nomes da sala, que as letras e sílabas de seu nome aparecem também em outros nomes.
Sugestões:
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a) Confeccionar tarjetas de nomes para o cartaz de pregas com a lista da sala (a "chamadinha");
b) Identificar objetos e pertences das crianças;
c) Utilizar a escrita do nome em situações em que isso se faz necessário: pedir que escrevam seus nomes todos os dias nas folhas de atividades propostas a elas. Oferecer a tarjeta com o nome para que possam copiá-lo. Organizar listas de nomes;
d) Jogo da memória com nomes. Utilizar a fotografia da criança como um recurso;
e) Realizar leitura de nomes e socializar estratégias (recurso conhecido como "preguicinha": a professora vai mostrando letra por letra do nome para que as crianças identifiquem o nome escondido);
f) Selecionar as letras da sequência de seu nome: usando letras móveis;
g) Organizar a sequência de letras de um nome: usando letras móveis;
h) Que nome falta? Tirar um dos nomes da "chamadinha" para que as crianças identifiquem qual nome falta na lista;
i) Jogo de "forca" usando os nomes da turma;
j) Bingo de nomes;
l) Cruzadinha de nomes;
m) Adivinha de nomes: a professora começa a escrever um nome e as crianças, consultando a lista de nomes que está na sala, tentam adivinhar de quem é aquele nome e que letras são necessárias para completá-lo.
Fonte bibliográfica: Apostila Trabalho Pedagógico com o nome próprio. Kidsmart e Avisa Lá.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Quer conhecer o Sítio do Picapau Amarelo?

Dona Benta é avó de Pedrinho e Narizinho, que são primos; eles vivem as mais estranhas aventuras com os amigos Emília, uma boneca de pano, que fala pelos cotovelos (ela fala pela boca mesmo, mas essa é uma maneira de dizer que alguém é tagarela) e tem uma porção de idéias malucas, e Visconde de Sabugosa, um sabugo de milho com mania de ser cientista. Tia Anastácia é a cozinheira do Sítio, e acaba participando das traquinagens dos meninos. Uma vez, por exemplo, eles foram parar na lua e ela fritou bolinhos para o dragão de São Jorge (que mora na Lua).

A Cuca é a bruxa má que mora numa caverna perto do Sítio, e faz de tudo para acabar com a alegria da turma.

E tem mais: o Marquês de Rabicó, um porquinho, o rinoceronte Quindim que fugiu do circo e muitos outros, que você pode conhecer lendo as histórias do sítio.

A música tema da história na tv foi trabalhada em sala de aula com as crianças. Através dela, tiveram a oportunidade de ler a letra, destacar palvras, dançar e cantar. Foram momentos lúdicos e prazerosos.

Marmelada de banana, bananada de goiaba
Goiabada de marmelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Boneca de pano é gente, sabugo de milho é gente
O sol nascente é tão belo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Rios de prata, pirata
Vôo sideral na mata, universo paralelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
Sítio do Pica-Pau amarelo
No país da fantasia, num estado de euforia
Cidade polichinelo
Sítio do Pica-Pau amarelo.

GILBERTO GIL

Blog alunos Cic Damas*

Monteiro Lobato Sempre...





Suas obras

"Não vejo razão para não continuar considerando Monteiro Lobato como uma das muitas lendas maravilhosas inventadas por ele próprio. A lenda dum homem dinâmico num país apático; de um homem vivo num povo cuja maior parte está semimorta porque tem sido abandonada, porque vegeta subalimentada, sem escolas, sem hospitais, sem nada; dum homem de espírito a bradar revoltado em meio da mediocridade ou da indiferença." Érico Veríssimo

– Urupês
– Cidades mortas
– Negrinha
– Idéias de Jeca Tatu
– A onda verde e O presidente negro
– Na antevéspera
– O escândalo do petróleo e Ferro
– Mr. Slang e o Brasil e Problema vital
– América
– Mundo da lua e Miscelânea
– A barca de Gleyre (1º tomo)
– A barca de Gleyre (2º tomo)

Lançamentos posteriores da obra adulta pela Editora Brasiliense

– Literatura do Minarete

– Conferências, artigos e crônicas
– Cartas escolhidas (1º tomo)
– Cartas escolhidas (2º tomo)
– Críticas e outras notas

- Cartas de amor


Ruth Rocha faz parte da Academia Paulista de Letras.


VEJA SEU DISCURSO DE ENTRONIZAÇÃO NA LISTA DOSSO VÍDEOS AO LADO.

Linha do Tempo


1931-1974: Do nascimento às primeiras histórias









1931 – Nasce Ruth Rocha.
1952 – Forma-se bacharel em Ciências Políticas e Sociais pela USP.
1956 – Começa a trabalhar no Colégio Rio Branco como Orientadora Educacional, onde permanece na função até 1972. Casa-se com o empresário Eduardo Rocha.







1962 – Nasce sua única filha, Mariana, que mais tarde lhe daria dois netos, Pedro e Miguel.

1968 – Começa a escrever para a Revista Cláudia textos sobre educação.
1969 – Obtém licenciatura em Ciências Sociais, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santos, participa da criação da Revista Recreio (Ed. Abril) e lança sua primeira história, Romeu e Julieta – A borboleta, uma adaptação do clássico de William Shakespeare. Na Editora Abril chegou a ser redatora, editora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis.


1970 – Faz pós-graduação em Orientação Educacional, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da PUC/SP.
1974 – Especializa-se em Editoração na Western Publishing Co., nos EUA.
Ruth Rocha em foto de arquivo pessoal
1976-1991: De Marcelo aos rabos presos

1976 – Escreve Marcelo marmelo martelo, um grande sucesso que ultrapassou a barreira de 1 milhão de cópias vendidas.
1978 – Escreve seu primeiro livro O Reizinho mandão. Até então as histórias eram lançadas nas bancas de jornal, encartadas na Revista Recreio.

1980 – Recebe o prêmio do Jornal Auxiliar pelo livro O Rei que não sabia de nada.
1981 – Com o livro O que os olhos não vêem recebe o Prêmio Ofélia Fontes, concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e ganha o prêmio de Melhor Autor Infantil pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Mais um livro, Davi ataca outra vez, e uma nova premiação, o Prêmio João de Barro, concedido pela Prefeitura de Belo Horizonte (MG). Criação da Biblioteca Ruth Rocha, na EMPG Paulo Duarte, em São Paulo (SP).
1983 – É nomeada diretora da União Brasileira de Escritores, cargo que ocupa até 1987.
1984 – Recebe o Prêmio Abril de Jornalismo pelo livro Alvinho e o Cachorro Venceslau. Funda em sociedade a Quinteto Editorial.
1987 – Aceita o convite para ser editora-executiva da Editora Universo e lançou a Grande Enciclopédia Larousse Cultural (120 fascículos em oito volumes).
1990 – Torna-se Membro do Conselho Consultivo da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, onde permanece até 1995. Ganha o Prêmio Jabuti de Literatura Infantil pelo livro Uma história de rabos presos.
1991 – Criação da Biblioteca Ruth Rocha em Barra Mansa (RJ). Torna-se comentarista do programa Gazeta Meio-Dia pela TV Gazeta, em São Paulo, e foi integrante fixa do programa até 1995.
1992 até os dias atuais: Mais crianças, livros, pássaros e até o Ziraldo
1992 – Lança, em co-autoria com Otávio Roth, a coleção O Homem e a Comunicação e por tal projeto ganha o Prêmio Monteiro Lobato, concedido pela Academia Brasileira de Letras, e o Prêmio Malba Tahan de Melhor Livro Informativo, concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
1993 – A coleção O Homem e a Comunicação ganha mais prestígio e recebe os prêmios Jabuti de Melhor Produção Editorial, Obra, Coleção e Melhor Produção Editorial Infantil e/ou Juvenil.
1994 – Publicação de um catálogo comemorativo pelo 25o aniversário de sua carreira literária no Rio de Janeiro.
1998 – Recebe pelas mãos do então Presidente Fernando Henrique Cardoso a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.
1999 – Ruth Rocha é chamada pelos músicos e produtores Paulo Tatit e Sandra Peres (Palavra Cantada) para narrar sete histórias no CD/livro Mil pássaros.
2001 – É homenageada pela Academia Brasileira de Letras com o Prêmio de Literatura Infantil.
2001 pela adaptação da Odisséia.
2002 - Ganha o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. No mesmo ano foi escolhida como membro do PEN CLUB (Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro).
2005 – Como parte das comemorações de 25 anos da publicação de O menino maluquinho, o desenhista e escritor Ziraldo chama Ruth Rocha para uma parceria inédita e o resultado é o livro "Um cantinho só pra mim".