Olá, é um prazer ter sua companhia !

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drummond de Andrade )


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

PROJETO TRABALHANDO AS DIFERENÇAS - RESGATANDO O COMPANHEIRISMO

Olá pessoal!

Estou postando o projeto "Trabalhando as diferenças - resgatando o companheirismo, com o Livro "ELMER - O elefante", de David Mackee. A história segue abaixo. Este projeto, pode ser , trabalhado no Ensino Fundamental I; e pode ser readaptado para a Educação Infantil também. O trabalho foi apresentado na JORNADA PEDAGÓGICA 2009.

Espero que tenham gostado da sugestão! Qualquer dúvida podem comentar.

Beijooosss!

Solange Branco


O LIVRO DO ELMER (pode ser confeccionado com as crianças)



TRABALHANDO O TATO COM AS CRIANÇAS. COLAGENS DE TEXTURAS DIVERSAS (sementes, algodão, lixa, eva, papéis diversos, areia, lantejoulas, etc)



PAINEL





JOGO DE PERCURSO E CAIXA SURPRESA COM AS ATIVIDADES (EM GRUPO OU DUPLA)



JOGO DE PERCURSO




PROJETO: Trabalhando as diferenças - Resgatando o companheirismo


Justificativa


Cuidar do outro implica em compromisso com o semelhante, é ação pautada em princípios e valores. Implica em desenvolver solidariedade e compreensão, em ter uma dimensão ética e de respeito com as pessoas. Aprender a cuidar do outro implica num intenso processo de interação e de formação de vínculos. O cuidado com o outro é concretizado em ações e atitudes realizadas para promover o conforto e o bem-estar do outro. O toque físico é uma das principais manifestações de cuidado e bem presente no cotidiano. O ato de tocar aproxima as crianças entre si.

Neste âmbito da Educação Fundamental, leva a crer que as crianças possam acolher as diferenças, por meio da promoção de situações de igualdade e no auxílio à superação de diferenças.


Objetivo Geral

Sensibilizar os alunos para se integrarem uns com os outros, socializando as expectativas, esvaziar - se do egoísmo, proporcionando um trabalho coletivo onde compartilhamos as dificuldades e o sucesso da turma, buscando vivermos uma partilha constante.Aproximar as crianças em torno de uma tarefa comum possibilitando uma atividade cooperativa, assim, ajudar as crianças a se colocarem no lugar do outro.

Assuntos-Atividades-Situações

A partir de uma conversa, retratar o tema, discutir com a turma, procurando fazer um paralelo com textos informativos, literários, filmes, dinâmicas, jogos e brincadeiras que focalize o tema.
Apresentar o tema para os alunos, realizando roda de discussão, chamando a atenção da turma para a importância da colaboração, reconhecendo e valorizando a importância da solidariedade, cooperação e ajuda mútua.

Após contar a história conversar sobre ela, e as atitudes de Elmer por se achar inferior aos demais elefantes pelo fato de ser diferente. Mostrar na conversa que o importante na vida não é ser igual à todo mundo e sim de sermos pessoas boas.

Abaixo a história para trabalhar as Diferenças e o Resgate do Companheirismo.

Eixos Temáticos:

Linguagem oral e escrita, Matemática, História, Ciências, Artes.


Elmer o Elefante


Era uma vez uma manada de elefantes. Elefantes novos, elefantes velhos, elefantes altos, magros ou gordos.

Elefantes assim, elefantes assado, todos diferentes, mas todos felizes e todos da mesma cor. Todos, quer dizer, menos o Elmer.

O Elmer era diferente.

O Elmer era aos quadrados.

O Elmer era amarelo e cor de laranja e encarnado e cor-de-rosa e roxo e azul e verde e preto e branco.

O Elmer não era cor de elefante.

Era o Elmer que mantinha os elefantes felizes. Às vezes era ele que pregava partidas aos outros elefantes, às vezes eram eles que lhe pregavam partidas. Mas quando havia um sorriso, mesmo pequenino, normalmente era o Elmer que o tinha causado.

Uma noite o Elmer não conseguia dormir; estava a pensar, e o pensamento que ele estava a pensar era que estava farto de ser diferente. “Quem é que já ouviu falar de um elefante aos quadrados”, pensou ele. “Não admira que se riam de mim.” De manhã, enquanto os outros ainda estavam meio a dormir, o Elmer escapou-se muito de mansinho, sem ninguém dar por isso.

Enquanto atravessava a floresta, o Elmer encontrou outros animais.

Todos eles diziam: “Bom dia, Elmer.” E de cada vez o Elmer sorria e dizia: “Bom dia.”

Depois de muito andar, o Elmer encontrou aquilo que procurava – um grande arbusto. Um grande arbusto coberto de frutos cor de elefante. O Elmer agarrou-se ao arbusto e abanou-o e tornou a abaná-lo até que os frutos terem caído todos no chão.

Depois de o chão estar todo coberto de frutos, o Elmer deitou-se e

rebolou-se para um lado e outro, uma vez e outra vez. Depois pegou em cachos de frutos e esfregou-se todo com eles, cobrindo-se com o sumo dos frutos, até não haver sinais de amarelo, nem cor de laranja, nem de encarnado, nem de cor-de-rosa, nem de roxo, nem de azul, nem de verde, nem de preto, nem de branco. Quando o acabou, Elmer estava parecido com outro elefante qualquer.

Depois o Elmer dirigiu-se de regresso à manada. De caminho voltou a passar pelos outros animais. Desta vez cada um deles disse-lhe: “Bom dia, elefante.” E de cada vez que Elmer sorriu e disse: “Bom dia”, muito satisfeito por não ser reconhecido.

Quando o Elmer se juntou aos outros elefantes, eles estavam todos muito quietos. Nenhum deles deu pelo Elmer enquanto ele se metia no meio da manada.

Passado um bocado o Elmer sentiu que havia qualquer coisa que não estava bem. Mas que seria? Olhou em volta: a mesma selva de sempre, o meu céu luminoso de sempre, a mesma nuvem escura que aparecia de tempos em tempos, e por fim os mesmos elefantes de sempre. O Elmer olhou para eles.

Os elefantes estavam absolutamente imóveis. O Elmer nunca os tinha visto tão sérios. Quanto mais olhava para os elefantes sérios, silenciosos, sossegados, soturnos, mais vontade tinha de rir. Por fim não conseguia aguentar mais. Levantou a tromba e berrou com quanta força tinha:

BUUU!

Com a surpresa, os elefantes deram um salto e caíram cada um para seu lado. “São Trombino nos valha!”, disseram eles, e depois viram o Elmer a rir perdidamente. “Elmer”, disseram eles. “Tem de ser o Elmer.” E depois s outros elefantes também se riram como nunca se tinham rido.

Enquanto se estavam a rir a nuvem escura apareceu, e quando a chuva começou a cair em cima do Elmer os quadrados começaram a aparecer outra vez. Os elefantes não paravam de rir enquanto o Elmer voltava às cores do costume. “Oh Elmer”, ofegou um velho elefante. “Já tens pregado boas partidas, mas esta foi a melhor de todas. Não levaste muito a mostrar as tuas verdadeiras cores.”

Temos de comemorar este dia todos os anos”, disse outro. “Vai ser o dia do Elmer. Todos os elefantes vão ter de se pintar e o Elmer vai-se pintar de cor de elefante.”

E é isto mesmo que os elefantes fazem. Num certo dia do ano, pintam-se todos e desfilam. Nesse dia, se vires um elefante com a cor vulgar de um elefante, já sabes que deve ser o Elmer.

MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.


Trabalhar a interdisciplinaridade com a história

Matemática - Lúdica

Trilha da matemática em busca do Elmer

Objetivos:

Desenvolver o cálculo mental, bem como familiarizar as crianças com as operações da adição e subtração, além de trabalhar com números pares e ímpares, maiores e menores, dúzia e meia dúzia, dezenas inteiras e decomposição;

Trabalhar com o quem sou eu, com o objetivo de aprofundar o conhecimento dos alunos na comparação dos números;

Cantando números, tendo o objetivo, de fazer com que os alunos percebam como os números estão presentes em canções populares e infantis;

Material:

Um dado grande;

Duas garrafas pet definindo os grupos A e B;

Questões matemáticas divididas por temas dentro do envelope;

Saco ou caixa para colocar os envelopes com as questões matemáticas.


Procedimentos:

Dividir os alunos em duplas. Discutir com eles se o número de alunos é par ou ímpar. Caso seja ímpar, será feito um trio. Colocar no pátio a trilha. Em cada casa, deve haver os temas da questão matemática, intercaladas. Um dos alunos da dupla será o “peão” o outro jogará o dado.

No caso de ser em trio, um será o “peão” e os outros dois se revezarão no lançamento do dado. Sorteia-se qual dupla será a primeira (a critério do professor e/ou alunos). O professor deverá ter, além das questões da trilha, algumas questões que ele fará no início do jogo. Escolhida a primeira dupla, o jogador que for o peão se colocará no início da trilha e o outro jogador lançará o dado. O professor fará então uma pergunta inicial, sorteando-a de um saco.

O jogador que lançou o dado deverá responder e, caso acerte, o “peão” andará o número de casas tiradas no dado. Se errar, continuará no mesmo lugar. A cada rodada, troca-se quem irá responder: se na primeira rodada responderam os lançadores, na segunda rodada responderão os peões. Ao final da primeira rodada, os “peões” que andaram casas passarão a responder as questões da trilha (cada um na casa em que está). Se, por exemplo, a primeira dupla acertou sua questão e havia tirado 2 no dado, então andará duas casas. Caso tenha caído na casa dos problemas, o professor dará um problema para ser resolvido. Vence o jogo a dupla que chegar ao final da trilha primeiro. Vale lembrar que as questões serão feitas oralmente e que, por isso, devem ser corrigidas na hora (quando a dupla responder, verificar se os outros alunos concordam ou discordam da resposta do colega, explicando o porquê).

Essa atividade colocará em evidência um grande desafio por meio do raciocínio lógico de forma lúdica.

Arte - Trabalhando o sentido do tato.

Confeccionar o elefante Elmer em papel pardo e colocar papéis de várias texturas, vários tipos de sementes e grãos, lantejoulas de tamanhos diferentes, lixa e algodão.

Fazer uma roda para que as crianças escolham um dos itens colocados à disposição para colar no Elmer.

Depois da colagem, cada criança com os olhos vendados tenta adivinhar o material que irá apalpar.

Continuando em Arte, após todos já ter contato com a história, colocar para a classe material de pintura, no qual cada um, desenhará de forma livre, o seu entendimento da história.

Português – Desafio das habilidades cognitivas

Em forma de pequenos textos, o aluno se deparará com problemas onde a soluções irá testar suas habilidades cognitivas. Pois, as habilidades cognitivas estão ligadas a execução de tarefas que demandam raciocínio lógico, memória, formação de conceitos, resolução problemas com múltiplas etapas, etc. Portanto, está diretamente ligada ao ensino convencional, inteligência e raciocínio.

Pois, é por meio da brincadeira que a criança se desenvolve e sem perceber aprende diversos conceitos significativos para sua vida. As crianças brincam com dedicação, entusiasmo e seriedade. As crianças investem no prazer lúdico, no desafio do momento, na alegria e até mesmo nos esforços sofridos para vencer os desafios de certos jogos. Jogando a criança, o jovem ou mesmo o adulto sempre aprende algo, sejam habilidades, valores ou atitudes, portanto, pode-se dizer que todo jogo ensina. É esta a proposta da atividade em português, haver uma interação da classe de forma lúdica.


Fontes de Consultas

- revistas educacionais: nova escola; Guia Prático para Professores de Educação Fundamental etc.

- internet/Google;

- livro: MCKEE, D. (1997). Elmer (Tradução de J. Oliveira, 4ª edição). Lisboa: Caminho.


Recursos

- DVD – Filme - Horton

- Aparelho de som;

- TV;

- Folha Chamex;

- Lantejoulas;

- Lixa;

- Algodão;

- Cartolina, etc.

Tempo Previsto:

Duas Semanas



Avaliação:
Observar, se houve o desenvolvimento no coletivo, o cuidar do outro, compromisso com o semelhante, se houve o desenvolvimento da solidariedade e compreensão, respeitando as pessoas. Assim, aproximar as crianças em torno de uma tarefa comum possibilitando uma atividade cooperativa.
Ajudar as crianças a se colocarem no lugar do outro. Pois aprendendo a cuidar do outro implica num intenso processo de interação e de formação de vínculos.


Atividades usadas na trilha:


Calculo mental, trabalhando as operações


ADIÇÃO: 8 + 3, 2 + 5, 9 + 4 etc.

SUBTRAÇÃO: 8 – 3, 7 – 4, 13 – 8 etc.


PROBLEMAS

1) Gabriel tinha 8 figurinhas repetidas do Elmer e deu 2 ao seu colega Fernando. Com quantas figurinhas do Elmer ficou?


2) Samuel adora brigadeiros. Numa festa de aniversário comeu 6 antes de comer o bolo e mais 7 depois. Quantos brigadeiros Samuel comeu?


CONCEITOS

Diga um número par;

16 é um número ímpar?

Diga um número maior que 64;

Qual é o menor: 24 ou 42?

Quanto vale uma dúzia e meia? etc.


DECOMPOSIÇÃO:

Quantas dezenas há em 62?

5 dezenas equivalem a quantas unidades?

Quantas dezenas há no número 75? etc.

Trabalhando Quem Sou Eu

NÚMERO 38 – estou entre 3 e 4 dezenas, sou um número par e o algarismo das unidades é maior que 7;

NÚMERO 15 – sou um número ímpar, tenho mais que dez unidades e somado com outro igual a mim dão 3 dezenas.

NÚMERO 26 – sou maior que duas dúzias, sou menor que 30 unidades e o algarismo das unidades é 6.


Cantando Números

Sugestão de músicas: A maior parte das canções e parlendas são de autoria desconhecida.


A pulga (Arca de Noé – Vinícius de Moraes)


Índiozinhos Um, dois, três, índiozinhos, quatro, cinco, seis, índiozinhos,

Sete, oito, nove índiozinhos, dez num pequeno bote.

Iam navegando pelo rio abaixo, quando o jacaré se aproximou,

E o pequeno bote com os índiozinhos, quase quase virou, mas não virou!


Mariana Mariana conta um, Mariana conta um,

é um, é um, é um é Ana, viva a Mariana, viva a Mariana

Mariana conta dois, Mariana conta dois,

É dois, é um, é dois, é Ana, viva a Mariana, viva a Mariana.

Mariana conta três, Mariana conta três,

É três, é dois, é um, é dois, é três, é Ana, viva a Mariana, viva a Mariana, ...



Elefante Um elefante incomoda muita gente,

dois elefantes incomodam, incomodam muito mais.

Três elefantes incomodam muita gente,

Quatro elefantes incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito mais, ...


Pipoquinha Uma pipoquinha pulando na panela, outra pipoquinha vem com ela discutir

É um tal de um tremendo falatório, que ninguém consegue se ouvir.

É um tal de poc, popoc, poc, poc, popoc, poc, poc, popoc, poc, pó!

Duas pipoquinhas pulando na panela, outra pipoquinha vem com elas discutir

É um tal de um tremendo falatório, que ninguém consegue se ouvir.

É um tal de poc, popoc, poc, poc, popoc, poc, poc, popoc, poc, pó!´. . .


Quilômetros Só faltam dez quilômetros, só faltam dez quilômetros,

Anda um pouquinho, descansa um pouquinho, só faltam nove quilômetros.

Só faltam nove quilômetros, só faltam nove quilômetros,Anda um pouquinho, descansa um pouquinho,

Só faltam oito quilômetros. . .


Caveiras Quando o relógio bate à uma, todas as caveiras saem da tumba.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às duas, todas as caveiras pintam as unhas.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às três, todas as caveiras imitam chinês.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às quatro, todas as caveiras amarram o sapato.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às cinco, todas as caveiras apertam o cinto.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às seis, todas as caveiras jogam xadrez.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às sete, todas as caveiras mascam chiclete.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às oito, todas as caveiras comem biscoito.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às nove, todas as caveiras dançam o rock.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às dez, todas as caveiras comem pastéis.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às onze, todas as caveiras tomam um bronze.

Tumba lá catumba, tumba tá (repete)

Quando o relógio bate às doze, todas as caveiras voltam pra tumba.



ACADÊMICAS PARTICIPANTES: Solange Branco, Renata Pascoal, Waléria Colpani, Viviane Coelho e Simone Lima. - Universidade UNIP - Out/2009.

domingo, 1 de novembro de 2009

BRINCADEIRAS

Sobre as Atividades Criativas
Se apenas uma ou outra habilidade é desenvolvida, o indivíduo se torna tão deficiente, ou pior, que um leigo. Um indivíduo apenas Lógico, é inflexível, incapaz de pensar de forma clara, abstrata, torna-se limitado diante dos problemas emocionais. Nesse ponto, outra qualidade precisa ser inserida. Eis o papel da Criatividade associada à Arte. É a habilidade abstrata de que necessita o indivíduo para ser capaz de lidar com as emoções, os problemas existenciais. É a imaginação a mais importante qualidade, um atributo essencial, que torna capaz o ser humano de se preparar para resolver suas angústias existenciais, seus dramas pessoais, suas questões emocionais.

Para Pensar: Podemos perguntar aos nossos alunos, por que eles preferem "certas coisas", ao invés de outras; de onde vem aquela "vontade", de ter, por exemplo, um brinquedo da moda, etc. Devemos então explicar para eles que, todos os nossos hábitos, os maus ou os bons - se é que existem hábitos bons - lhes foram ensinados. Isto é, suas aversões e preferências, eles não nasceram com elas.







Nome jogo:
Palavras Enigmáticas Categoria: Criatividade, Lógica
Local de Desenvolvimento: Sala de aula
Idade: 5 anos e acima
Material necessário: Papel e lápis
Habilidades ou Qualidades Trabalhadas: Memória associativa, Memória visual, Lógica, Linguagem, Criatividade, Estética, Vocabulário, etc.
Formação: As crianças ficam sentadas à vontade, no chão ou em torno de uma mesa.

Desenvolvimento: Os jogadores dividem-se em dois grupos, cada qual sentado em torno de uma mesa. Cada grupo envia um participante ao orientador, que lhes murmura no ouvido uma palavra secreta. De volta à mesa, os dois jogadores traçam desenhos no papel, procurando explicar a palavra dada; não podem falar, apenas acenar NÃO ou SIM com a cabeça diante dos palpites do grupo. Se a palavra for, por exemplo, "soldado", basta desenhar um "sol" e um "dado". Caso adivinhem a palavra, ele voltará ao orientador para receber uma nova. Vence o grupo que conseguir adivinhar o maior número de palavras dentro de um prazo definido. Exemplo de palavras para este jogo: Pé-de-cabra, quebra-luz, beija-flor, novela, pelado, casario, casacão, etc.



Nome jogo: Em Que se Parece Comigo? Categoria: Criatividade, Lógica
Local de Desenvolvimento: Sala de aula
Idade: 5 anos e acima
Material necessário: Nenhum
Habilidades ou Qualidades Trabalhadas: Memória associativa, Memória visual, Lógica, Linguagem, Criatividade, Estética, Vocabulário, etc.
Formação: As crianças ficam sentadas à vontade em um círculo.

Desenvolvimento: Afastar-se-á um jogador e os outros escolherão uma pessoa, animal ou objeto para o "motivo".
Aquele que se afastou voltará e, ao redor do círculo, irá perguntando: "Em que se parece comigo?", se referindo ele a pessoa, animal ou objeto escolhido em segredo pelos outros. E cada um apresentará a semelhança entre "ele" e a coisa escolhida. O jogador tentará adivinhar, tendo o direito a fazer três tentativas. Se acertar, escolherá um companheiro para substituí-lo; caso contrário, afastar-se-á outra vez da sala para uma nova rodada.

Variante: A quantidade de vezes necessárias para o acerto, pode variar entre os grupos de menor idade.


Fonte: Site de dicas*

ATIVIDADES DIDÁTICAS - EXERCÍCIOS DE ATENÇÃO

Índice Geral das Atividades Disponíveis, por Grupo.

Exercícios de Atenção
Atividades com Jogos dos Erros, Encontrar objetos ocultos, Descobrir as figuras que não pertencem aos grupos, Relacionar objetos semelhantes, e outras.
Lógica e Matemática
Atividades lógicas e desafios metemáticos. Completar as seqüências, operações fundamentais, proporções, noções de espaço, etc.

Jogos de Associações
As atividades com associações entre figuras semelhantes, e outras, trabalham o senso de escolha, a noção de variedade, o senso de diferença, etc. Folhas com vários níveis de dificuldade.
Labirintos
Jogos com Labirintos de diversos formatos e níveis de dificuldade. São excelentes ferramentas para o desenvolvimento da noção de espaço, ordem, planejamento estratégico, etc.
Caça Palavras
Ideal para formar e desenvolver vocabulários. Trabalha a atenção, a dinâmica da associação lógica das letras, a construção de palavras, o desenvolvimento do raciocínio rápido, o senso de diferenciação de objetos, etc.
Cartilha Virtual
Para desenvolver e fixar o vocabulário. Atividades para associar figuras com nomes, nomes embaralhados, escolher o nome correto para as figuras, letras iniciais dos nomes, e outras.

Fonte: SITE DE DICAS

Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler.

Com hábitos simples que podem ser aplicados desde cedo em casa ou na escola, você pode resolver um dos maiores problemas entre os jovens: O Hábito da Leitura.

Nós temos o péssimo hábito de imaginar que apenas com o uso de técnicas complexas, realizadas por Pedagogos altamente qualificados ou outros especialistas, teremos resultados práticos na educação juvenil.
Veja como isso é falso, e como nossa preguiça tem um significado importante na formação dos nossos filhos.
* Fábulas
para Download



* A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo.

A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.

Veja a seguir, As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as Crianças a aprenderem e a criar gosto pela leitura.

  1. Leia em Voz Alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provávelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.
    A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.
  2. Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler.
    Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.
  3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
  4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
  5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"
  6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
  7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
  8. Visite com frequencia uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.
  9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.


Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series
Tradução: Ester de Cartago, para o Site de Dicas.

CONTOS INFANTIS SEM TEXTO.....


NO SITE DE DICAS, ENCONTREI UMA ATIVIDADE MUITO LEGAL, SÃO OS CONTOS
INFANTIS SEM TEXTO, VALE A PENA VER!

BEIJOOOOOSSS!

SOLANGE BRANCO

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

LEILÃO DE JARDIM (Cecília Meireles)

LEILÃO DE JARDIM (Cecília Meireles)


Quem me compra um jardim com flores?
borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro e a hera,
uma estátua da Primavera?
Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?
(Este é meu leilão!)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

MEU 1º SELINHO!


Salve, salve! recebi este selinho da amiga Cibelly, do Blog artes da cibelly*. Fiquei emocionada.

Cibelly obrigada por você compartilhar suas experiências conosco. Parabéns por seu trabalho!

Desejo muito sucesso para você!

Beijooossss,

Solange Branco