Olá, é um prazer ter sua companhia !

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drummond de Andrade )


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

CARTILHA DO MEIO AMBIENTE

Olá pessoal,

Estou disponibilizando algumas cartilhas que tratam do meio ambiente, chamam-se "Turminha da Terracap", "Cartilha do Meio Ambiente - 1ª série (2º ano), Convivendo com o Meio Ambiente, Lei dos crimes ambientais.

Para você fazer o download, clique os links abaixo:

Textos sobre o Carnaval, produção de texto sobre carnaval.

DICAS DO BLOG ESPAÇO EDUCAR* DÊ UMA ESPIADINHA!!!!



NOME:____________________________DATA:_____

O CARNAVAL
É UMA FESTA QUE SURGIU HÁ MUITOS ANOS.
O NOSSO CARNAVAL TEM ORIGEM NUMA FESTA
PORTUGUESA CHAMADA ENTRUDO. NO BRASIL, O
CARNAVAL VAI DO SÁBADO À TERÇA-FEIRA,
QUARENTA DIAS ANTES DA SEMANA SANTA.
A FESTA É GRANDE EM BOA PARTE DO MUNDO.
AGORA QUE VOCÊ JÁ CONHECE UM POUCO MAIS
SOBRE O CARNAVAL, ALGUNS CUIDADOS DEVEM SER
TOMADOS PARA GARANTIR UMA FESTA BEM
TRANQUILA, ESCOLHA UM LUGAR SEGURO (NOS
BAILES INFANTIS OU PERTO DE SEUS PAIS); NÃO
DEIXE DE ANDAR COM ALGUMA IDENTIFICAÇÃO;
TOME LÍQUIDOS; NÃO SE ESQUEÇA DA FANTASIA E
BOA DIVERSÃO!

VAMOS RESPONDER

1) QUAL O ASSUNTO TRATADO NO TEXTO?


2) PINTE TODAS AS PALAVRAS “CARNAVAL” QUE VOCÊ
ENCONTRAR NO TEXTO.
3) QUANTAS PALAVRAS VOCÊ ENCONTROU?

4) COM QUE LETRA COMEÇA A PALAVRA
“CARNAVAL”?___________

5) QUANTAS LETRAS HÁ NA PALAVRA “CARNAVAL”
__________

6) VOCÊ TEM ESSA LETRA NO SEU NOME?_____

7) EM NOSSA CLASSE TEM ALGUM ALUNO QUE
COMECE COM ESSA LETRA?_______QUAL É O
NOME?____________________

8) PESQUISE PALAVRAS QUE COMECEM COM “C”

___

Curiosidades sobre o carnaval

Você já deve ter ouvido esses nomes: Pierrô, Arlequim e Colombina. Eles são os personagens mais conhecidos do carnaval e estão presentes nas festas e nas marchinhas. Os trajes multicoloridos destas figuras deram origem às fantasias usadas nos bailes de carnaval e são alguns dos ingredientes da alegria dessa festa popular.

Arlequim: personagem da antiga comédia italiana, de traje multicolor feito em geral de losangos, que tinha a função de divertir o público nos intervalos, com brincadeiras e bufonadas. Namorado da Colombina.

Colombina: principal personagem feminina, namorada do Arlequim e companheira do Pierrô. Amiga, alegre, bela, esperta. Vestia-se de seda ou cetim branco, saia e usava um chapeuzinho.

Pierrô: personagem também originário da “commedia dell’arte”, ingênuo e sentimental. Usava como indumentária calça e casaco muito amplos, ornado com pompons e de grande gola franzida.


Interpretação do Texto Lido:


- Você gosta do Carnaval?

_O que você costuma fazer durante o Carnaval?

_Você já tinha ouvido falar nessas personagens?

_Já se vestiu como alguma dessas personagens? Qual delas ou nenhuma? Que fantasia você gosta de usar durante o carnaval? Ou não gosta de se fantasiar?

_Qual das personagens você acha mais colorida, enfeitada ou animada?

_Vamos fazer uma ilustração ou cartaz bem colorido, ilustrando as personagens do texto?


By Prof. Liza*

ALFABETIZAÇÃO






Olá pessoal!

Aqui seguem dicas valiosíssimas da Professora Liza, para o processo de alfabetização dos pequenos, nas séries iniciais. Aproveitem!

Beijoooooossss!


Solange Branco







Diagnóstico na alfabetização para conhecer a nova turma


Nos primeiros dias de aula, o professor alfabetizador tem uma tarefa imprescindível: descobrir o que cada aluno sabe sobre o sistema de escrita. É a chamada sondagem inicial (ou diagnóstico da turma), que permite identificar quais hipóteses sobre a língua escrita as crianças têm e com isso adequar o planejamento das aulas de acordo com as necessidades de aprendizagem. Ela permite uma avaliação e um acompanhamento dos avanços na aquisição da base alfabética e a definição das parcerias de trabalho entre os alunos. Além disso, representa um momento no qual as crianças têm a oportunidade de refletir, com a ajuda do professor, sobre aquilo que escrevem.

No Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do programa Ler e Escrever, das secretarias estadual e municipal de Educação de São Paulo, a sondagem é descrita como uma atividade que envolve, num primeiro momento, a produção espontânea de uma lista de palavras sem apoio de outras fontes e pode ou não prever a escrita de algumas frases simples. Essa lista deve, necessariamente, ser lida pelo aluno assim que terminar de escrevê-la. O guia ressalta também que é por meio da leitura que o alfabetizador "pode observar se o aluno estabelece ou não relações entre aquilo que ele escreveu e aquilo que ele lê em voz alta, ou seja, entre a fala e a escrita".

As pesquisas sobre a psicogênese da língua escrita, realizadas por Emilia Ferreiro e Ana Teberosky no fim dos anos 1970 e publicadas no Brasil em 1984, mostraram que as crianças constroem diferentes ideias sobre a escrita, resolvem problemas e elaboram conceituações. Aí entra o que pode ser considerado uma palavra, com quantas letras ela é escrita e em qual ordem as letras devem ser colocadas. "Essas hipóteses se desenvolvem quando a criança interage com o material escrito e com leitores e escritores que dão informações e interpretam esse material", conta Regina Câmara, membro da equipe responsável pela elaboração do material do Programa Ler e Escrever e formadora de professores.

No livro Aprender a Ler e a Escrever, Ana Teberosky e Teresa Colomer ressaltam que as "hipóteses que as crianças desenvolvem constituem respostas a verdadeiros problemas conceituais, semelhantes aos que os seres humanos se colocaram ao longo da história da escrita". E completa: o desenvolvimento "ocorre por reconstruções de conhecimentos anteriores, dando lugar a novas construções". Diagnosticar o que os alunos sabem, quais hipóteses têm sobre a língua escrita e qual o caminho que vão percorrer até compreender o sistema e estar alfabetizados permite ao professor organizar intervenções adequadas à diversidade de saberes da turma. O desafio é propor atividades que não sejam tão fáceis a ponto de não darem nada a aprender, nem tão difíceis que se torne impossível para as crianças realizá-las.

As quatro hipóteses

Ferreiro e Teberosky observaram que, na tentativa de compreender o funcionamento da escrita, as crianças elaboram verdadeiras "teorias" explicativas que assim se desenvolvem: a pré-silábica, a silábica, a silábico-alfabética e a alfabética. São as chamadas hipóteses. As conclusões desse estudo são importantes do ponto de vista da prática pedagógica, pois revelam que os pequenos já começaram a pensar sobre a escrita antes mesmo de ingressar na escola e que não dependem da autorização do professor para iniciar esse processo. "Todos eles precisam de oportunidades para pôr em jogo o que sabem para se aproximar pouco a pouco desse objeto importante da cultura", ressalta Regina.

Aqueles que não percebem a escrita ainda como uma representação do falado têm a hipótese pré-silábica. Ela se caracteriza em dois níveis. No primeiro, as crianças procuram diferenciar o desenho da escrita, identificando o que é possível ler. Já no segundo nível, elas constroem dois princípios organizadores básicos que vão acompanhá-las por algum tempo durante o processo de alfabetização: o de que é preciso uma quantidade mínima de letras para que alguma coisa esteja escrita (em torno de três) e o de que haja uma variedade interna de caracteres para que se possa ler. Para escrever, a criança utiliza letras aleatórias (geralmente presentes em seu próprio nome) e sem uma quantidade definida.

COMBINE ANTES É importante
que a criança saiba que ela pode
escrever da melhor forma que
conseguir, mesmo que não
convencionalmente.
Foto: Marcos Rosa

Quando a escrita representa uma relação de correspondência termo a termo entre a grafia e as partes do falado, a criança se encontra na hipótese silábica. O aluno começa a atribuir a cada parte do falado (a sílaba oral) uma grafia, ou seja, uma letra escrita.

Essa etapa também pode ser dividida em dois níveis: no primeiro, chamado silábico sem valor sonoro, ela representa cada sílaba por uma única letra qualquer, sem relação com os sons que ela representa. No segundo, o silábico com valor sonoro, há um avanço e cada sílaba é representada por uma vogal ou consoante que expressa o seu som correspondente.

A hipótese silábico-alfabética corresponde a um período de transição no qual a criança trabalha simultaneamente com duas hipóteses: a silábica e a alfabética. Ora ela escreve atribuindo a cada sílaba uma letra, ora representando as unidades sonoras menores, os fonemas. Quando a escrita representa cada fonema com uma letra, diz-se que a criança se encontra na hipótese alfabética. "Nesse estágio, os alunos ainda apresentam erros ortográficos, mas já conseguem entender a lógica do funcionamento do sistema de escrita alfabético", explica Regina.

O professor deve realizar a primeira sondagem no início do período letivo e, depois, ao fim de cada bimestre, mantendo um registro criterioso do processo de evolução das hipóteses de escrita das crianças. Ao mesmo tempo, é fundamental uma observação cotidiana e atenta do percurso dos alunos. "A atividade de sondagem representa uma espécie de retrato do processo naquele momento. E como esse processo é dinâmico e na maioria das vezes evolui muito rapidamente, pode acontecer de, apenas alguns dias depois da sondagem, um ou vários alunos terem dado um salto", ressalta Regina. "As sondagens bimestrais são importantes também por representarem dispositivos de acompanhamento das aprendizagens para os pais, bem como um retrato da qualidade do ensino para as redes, que podem ajustar seus programas de formação continuada de professores em regiões onde os resultados mostram que os estudantes não estão evoluindo da maneira desejada."

Investigação individual

O melhor é que a atividade seja feita individualmente, com o professor chamando um aluno por vez, que deve tentar escrever algumas palavras e uma frase ditadas. Enquanto isso, o resto da turma precisa estar envolvido em uma atividade diversificada em que não seja necessária a ajuda do professor (a cópia de uma cantiga, a produção de um desenho, um jogo etc.). Essa é a estratégia usada por Eduardo Araújo, na EMEB Helena Zanfelici da Silva, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Alguns dias após o retorno às aulas, ele deixa as crianças envolvidas com jogos e brincadeiras sob a supervisão da estagiária que o acompanha em sala. Alfabetizador há mais de sete anos, Araújo sabe bem o valor da sondagem inicial. "Conhecendo a situação de cada aluno, consigo pensar melhor como será a rotina do bimestre e quais as intervenções devo fazer para ajudar os menos avançados a entender a lógica do sistema de escrita."

ADOTE SINAIS Fazer luma marcação nos textos produzidos é útil para  registrar como o aluno lê o que escreve e se ele se detém ou não em  cada letra.
ADOTE SINAIS Fazer luma marcação
nos textos produzidos é útil para
registrar como o aluno lê o que
escreve e se ele se detém ou não
em cada letra.

O ditado deve ser iniciado por uma palavra polissílaba, seguida de uma trissílaba, de uma dissílaba e, por último, de uma monossílaba - sem que o professor, ao ditar, marque a separação das sílabas (leia no quadro abaixo como preparar a lista de palavras). Após a lista, é preciso ditar uma frase que envolva pelo menos uma das palavras já mencionadas, para poder observar se o aluno volta a escrevê-la de forma semelhante, ou seja, se a escrita da palavra permanece estável mesmo num contexto diferente.

No começo de 2008, a escola onde Araújo leciona passava por grande reforma. Aproveitando a curiosidade das crianças, ele resolveu trabalhar com uma lista de objetos usados na obra do prédio. As palavras ditadas foram ferramenta, martelo, ferro e pá. E a frase escolhida foi: usei a pá na reforma.

Lista bem feita

Na sondagem, a escolha certa das palavras e da frase (e da ordem em que elas serão ditadas) é essencial. "O ideal é preparar uma lista de termos de um mesmo campo semântico, ou seja, agregados por uma unidade de sentido, e uma frase adequada ao contexto desse grupo", recomenda a formadora de professores Regina Câmara, do Programa Ler e Escrever. Deve-se evitar que as palavras tenham vogais repetidas em sílabas próximas, como ABACAXI, por exemplo, por causar um grande conflito para as crianças que estão entrando no Ensino Fundamental, cuja hipótese de escrita talvez faça com que creiam ser impossível escrever algo com duas ou mais letras iguais. Por exemplo: um aluno com hipótese silábica com valor sonoro convencional, que utiliza vogais, precisaria escrever AAAI. Os monossílabos ficam para o fim do ditado. Esse cuidado deve ser tomado porque, no caso de as crianças escreverem segundo a hipótese do número mínimo de letras, poderão se recusar a escrever se tiverem de começar por ele.

Observação e registro

Ficar atento às reações dos alunos enquanto escrevem também é fundamental. Anotar o que eles falam, sobretudo de forma espontânea, pode ajudar a perceber quais as ideias deles sobre o sistema de escrita. Na sondagem inicial feita com a lista de palavras relacionadas à reforma da escola, um aluno comentou com o professor Araújo:

- Ferro começa com "fe", de Felipe, não é? E termina com "o". Essa é fácil.

- Agora eu quero que você escreva "pá" - disse o professor.

O aluno parou um instante, tentou contar "as partes" da palavra com os dedos e ficou um pouco incomodado. Demorou bastante até se manifestar:

- Mas essa não dá para escrever. Fica só uma letra e isso não pode.

CRIE UMA TABELA O ideal é construir um quadro para anotar a  evolução das hipóteses de cada estudante. Fotos Marcos Rosa
CRIE UMA TABELA O ideal é construir um quadro para anotar a evolução das hipóteses de cada estudante. Fotos Marcos Rosa

Com o comentário, o professor conseguiu perceber que a criança entrou em conflito, pois pensava que só se pode ler ou escrever palavras com três ou mais letras e, ao mesmo tempo, tinha construído a hipótese de que para cada emissão sonora uma letra basta.

Terminado o ditado, é imprescindível pedir que a criança leia o que escreveu. Por meio da interpretação dela sobre a própria escrita, durante a leitura, é que se pode observar se ela estabelece ou não relações entre o que escreveu e o que lê em voz alta - ou seja, entre o falado e o escrito - ou se lê aleatoriamente.

O professor pode anotar em uma folha à parte como ela faz a leitura, se aponta com o dedo cada uma das letras, se associa aquilo que fala à escrita etc. "Uma lista de palavras produzida pelo aluno, em situação de sondagem, sem a respectiva leitura, não permite analisar essa produção e identificar sua hipótese de escrita", afirma Regina.

Se o aluno escreveu LGA para o ditado da palavra martelo e associou cada uma das sílabas dessa palavra a uma das letras, é necessário registrar abaixo a relação de cada letra com uma sílaba. Há duas maneiras de fazer esse registro, usando marcação com sinais que indique quais as associações feitas pela criança:

LGA
(mar) (te) (lo)
Ou ainda:
LGA
| | |

É possível que o aluno utilize muitas e variadas letras, sem que o critério de escolha desses caracteres tenha alguma relação com a palavra falada. Nesse caso, se ele ler sem se deter em cada uma das letras, é necessário anotar o sentido que ele usou nessa leitura.
LPIEMAN

Esse tipo de marcação é importante, pois permite observar com mais clareza a hipótese que a criança tem e, posteriormente, os avanços que ela obtém ao longo do ano.

Atividades diversificadas

REGISTRE TUDO A observação da produção de cada um ao longo do ano mostra com clareza como ele avançou.

Para que os alunos atinjam o objetivo previsto para o 1º ano - escrever alfabeticamente, ainda que com erros de ortografia, o professor precisa acompanhar a evolução de todos, conhecendo os que demandam mais atenção, quantos têm hipóteses mais avançadas e os que estão alfabetizados. Esses últimos, particularmente, necessitam de outros conteúdos de ensino, como a ortografia.

O ideal é que seja construída uma tabela que contenha a evolução das hipóteses de cada um, comparando quanto evoluiu ao longo do ano. Com frequência, essa comparação traz agradáveis surpresas em relação aos que, apesar de não escreverem convencionalmente, realizaram avanços significativos em comparação com sua escrita do início do ano.

Com base nessa tabela, é possível também fazer uma análise crítica da rotina e das atividades que estão sendo contempladas. Será que todos interagem com outras fontes de texto e, nessa interação, refletem sobre a escrita e seu uso? Recebem informações de colegas mais experientes, que os ajudam a compreender o que está envolvido na leitura e na escrita? Têm a oportunidade de tentar ler por si mesmos? Contam com o apoio do professor, que oferece novas informações sobre a escrita e orienta seu olhar para os materiais escritos disponíveis na sala de aula, que podem ajudar no momento de decidir pelo uso de uma determinada letra? Encontram na escola um ambiente favorável à pesquisa, sendo encorajados a se arriscar e escrever segundo suas hipóteses?

É por meio das sondagens e da observação cuidadosa e constante das produções dos estudantes durante o ano que se pode saber em que momento se encontra cada um, se sua abordagem e rotina estão funcionando, qual a expectativa razoável de evolução para os que ainda se encontram em hipóteses mais primitivas e como ajustar o planejamento do trabalho para que, ao fim do ano letivo, todos estejam alfabetizados.

Veja ABAIXO sugerido pelo Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do programa Ler e Escrever, da secretaria municipal de Educação de São Paulo para acompanhar o avanço do conhecimento dos alunos sobre o sistema de escrita:




Fonte: Revista Nova Escola Ed. Especial Março/2009

Blog: Espaço Educar*

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

CARNAVAL - marchinhas, músicas de carnaval

ANTIGAMENTE AS PESSOAS BRINCAVAM O CARNAVAL FORMANDO BLOCOS DE AMIGOS QUE SAÍAM CANTANDO, TOCANDO E DANÇANDO PELAS RUAS DA CIDADE.
AS MÚSICAS QUE CANTAVAM ERAM CHAMADAS DE MARCHINHAS.
A MARCHINHA FOI UM GÊNERO DE MÚSICA POPULAR QUE FEZ MUITO SUCESSO NOS CARNAVAIS ENTRE OS ANOS 30 E 60.
TINHAM LETRAS FÁCEIS, LEVES, ALEGRES E DIVERTIDAS QUE AGRADAVAM DEMAIS AOS FOLIÕES.

DOS ANOS 60 EM Dl ANTE, COMEÇOU A SER SUBSTITUÍDA PELO SAMBA ENREDO, OUTRO GÊNERO DE MÚSICA TOCADO PELAS ESCOLAS DE SAMBA. O MESMO ACONTECEU COM OS BLOCOS DE RUA QUE FORAM TROCADOS PELAS ESCOLAS DE SAMBA, AMBOS MUITO CONHECIDOS POR NÓS.




VOCÊ SABIA?

UMA DAS PRIMEIRAS MARCHINHAS QUE FEZ SUCESSO FOI "ABRE ALAS", ESCRITA EM 1899 POR CHIQUINHA GONZAGA E CONHECIDA POR MUITOS ATÉ OS DIAS DE HOJE.


ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR

Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR





A JARDINEIRA

BENEDITO LACERDA – 1938

Ó JARDINEIRA POR QUE ESTÁS TÃO TRISTE?
MAS O QUE FOI QUE TE ACONTECEU?
FOI A CAMÉLIA QUE CAIU DO GALHO,
DEU DOIS SUSPIROS E DEPOIS MORREU
VEM JARDINEIRA, VEM MEU AMOR
NÃO FIQUES TRISTE QUE ESSE MUNDO É TODO SEU
TU ÉS MUITO MAIS BONITA
QUE A CAMÉLIA QUE MORREU



AURORA

MÁRIO LAGO - 1940

SE VOCÊ FOSSE SINCERA
Ô Ô Ô Ô AURORA
VEJA SÓ QUE BOM QUE ERA
Ô Ô Ô Ô AURORA
UM LINDO APARTAMENTO
COM PORTEIRO E ELEVADOR
E AR REFRIGERADO
PARA OS DIAS DE CALOR
MADAME ANTES NOME
VOCÊ TERIA AGORA
Ô Ô Ô Ô AURORA



SASSARICANDO

LUIZ ANTÔNIO E ZÉ MÁRIO - 1951

SASSASSARICANDO
TODO MUNDO LEVA A VIDA NO ARAME
SASSASSARICANDO
A VIÚVA, O BROTINHO E A MADAME
O VELHO NA PORTA DA COLOMBO
É UM ASSOMBRO
SASSASSARICANDO
QUEM NÃO TEM SEU SASSARICO
SASSARICA MESMO
SÓ PORQUE SEM SASSARICAR
ESSA VIDA É UM NÓ



ALLAH-LÁ-Ô

HAROLDO LOBO - 1940

ALLAH -LA-O, Ô Ô Ô Ô Ô Ô
MAS QUE CALOR, Ô Ô Ô Ô Ô Ô
ATRAVESSAMOS O DESERTO DO SAARA
O SOL ESTAVA QUENTE E QUEIMOU A NOSSA CARA
ALLAH -LÁ-Ô, ÔÔÔÔÔÔ
MAS QUE CALOR, ÔÔÔÔÔÔ
VIEMOS DO EGITO
E MUITAS VEZES
NÓS TIVEMOS QUE REZAR
ALLAH! ALLAH! ALLAH! MEU BOM ALLAH!
MANDE ÁGUA PRÁ IOIÔ
MANDE ÁGUA PRÁ IAIÁ
ALLAH! MEU BOM ALLAH




Fonte: jogos e brincadeiras

Portugues - atividade: Textos diversos





A SEMENTINHA



DORMINDO NO SILÊNCIO DA TERRA FOFINHA ESTAVA EU, UMA SEMENTINHA.
O SOL SEMPRE ME AQUECIA E MUITAS VEZES A CHUVA, DANDO SINAL LÁ DO CÉU, DESCIA.
DESPERTEI DAQUELE SONO E ESPREGUICEI-ME.
LANCEI AO AR A PRIMEIRA FOLHINHA E, EM SEGUIDA, MUITAS OUTRAS...
SABEM QUEM SOU AGORA?
SOU UMA BONITA ALFACE DE FOLHAS MACIAS E VERDINHAS.
COM CERTEZA NA SUA DELICIOSA SALADA AINDA ESTAREI UM DIA.



A RAPOSA E O MACACO

A RAPOSA TINHA ESPERANÇA DE ALMOÇAR O MACACO. POR ISSO, ELA FEZ COM QUE O MACACO RECEBESSE A NOTÍCIA DE SEU FALECIMENTO.
O MACACO, ESPERTO COMO É, PERCEBEU QUE SÓ PODERIA SER UMA CILADA.
COM MUITA CONFIANÇA, DECIDIU PREGAR UMA PEÇA NA “AMIGA” TRAPACEIRA.
PARA ISSO, CAVOU UM BURACO FUNDO COMO UM POÇO, PERTO DE ONDE A RAPOSA ESTAVA DEITADA.
DEU O MAIOR CANSAÇO, MAS O MACACO PENSOU:
— VAI VALER A PENA.
CHAMOU A BICHARADA E ANUNCIOU BEM ALTO:
— RAPOSA QUANDO MORRE FICA CEGA, LEVANTA-SE, BALANÇA A CABEÇA E DÁ CINCO PASSOS. SÓ DEPOIS DISSO É QUE MORRE PRA SEMPRE.
A RAPOSA, OUVINDO AQUILO, LEVANTOU-SE DE OLHOS FECHADOS, BALANÇOU A CABEÇA E INICIOU A ANDANÇA.
NO TERCEIRO PASSO, A BOBALHONA CAIU NO BURACO, MATANDO TODOS OS BICHOS... DE TANTO RIR.




O PERCEVEJO CINZA
GRAÇA BATITUCI

CECÍLIO, O PERCEVEJO CINZA, MONTOU UMA OFICINA LONGE DA CIDADE.
LÁ ELE FAZ DE TUDO: CONSERTA BICICLETA, FAZ BACIAS, CINZEIROS E OUTROS OBJETOS DE CERÂMICA.
SUAS MELHORES FREGUESAS SÃO A CIGARRA CELESTE E A FILHA DA CEGONHA CELINA, QUE É UMA MOCINHA PRENDADA E MUITO PACIENTE.
ELAS DÃO PREFERÊNCIA PARA O CECÍLIO, PORQUE ELE É MUITO EFICIENTE E SEMPRE DÁ RECIBO PELOS SERVIÇOS QUE FAZ.


Fonte: Jogos e brincadeiras*

Milho de Pipoca - texto para educação infantil

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre".
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando
passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida
inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não
percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação
que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um
filho, o pai, a mãe, perder emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro:
pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há
sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre
pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que
sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma,
ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a
transformação que está sendo preparada para ela.

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo
poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma
outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a
estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se
recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do
que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto,
o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se
transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para
ninguém.

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.


E aí, o que vai escolher para sua vida? Ficar com a casca dura ou se abrir para conhecer o que há de mais belo no mundo?
Pense...
O momento é agora...
A vida não é uma passagem...
É o momento que você vive, o agora...
E você está tendo a oportunidade de modificá-lo!!!


Extraído do livro
"O amor que acende a lua" de Rubem Alves


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Os 3 ''Rs''

CriaturaO que pode ser feito, além da reciclagem?
Na verdade, pela política dos "3Rs", reciclar vem por último.
Podemos fazer mais!

Reduzir, Reutilizar e Reciclar são conceitos que, uma vez implantados na nossa rotina, farão uma grande diferença no meio ambiente em que vivemos.

Reduzir:
O antônimo de desperdício é economia. Não faz sentido usar mais do que se necessita. Às vezes não percebemos isso e não fazemos conta dos prejuízos que decorrem desses atos para nós mesmos e, no caso em questão, para todo o ecossistema. Observe que atitudes simples podem evitar o desperdício, gerando economia:
- Evite pegar mais saquinhos dos que os necessários no mercado;
- Deixe de valorizar embalagens supérfluas que fazem um grande volume para chamar a atenção ou são difíceis de reciclar;
- Estude o uso de objetos duráveis no lugar dos descartáveis;
- Revise texto no computador antes de imprimir;
- Não aceite folhetos na rua ou no carro, se não forem do seu interesse;
- Seja racional no uso da água quando for tomar banho, ao escovar os dentes, fazer a barba, lavar o quintal ou o carro. Torneira aberta sem uso é água limpa que vai para o esgoto;
- Desligue a luz do ambiente onde não houver ninguém;
- Não ponha no prato mais do que você vai comer e não faça comida para jogar fora;
- Pesquise receitas de alimentos a base de cascas de frutas e talos e folhas de verduras.

Reutilizar:
Aqui a criatividade conta muito, é um estímulo para reduzir o lixo e fazer economia:
- Use as duas faces das folhas de papel para escrever ou imprimir;
- Reaproveite envelopes, sacolas, papéis de embrulho, saquinhos de supermercado e embalagens;
- Use frascos, potes, garrafas, caixas e vasilhas para guardar utensílios;
- Aproveite a água com sabão que foi usada para lavar roupas, lavando o quintal ou a calçada;
- Conserte aparelhos elétricos ou mecânicos antes de comprar novos;
- Reforme roupas, calçados e móveis;
- Quando finalmente for repor objetos por novos, troque-os em brechós, sebos ou faça doações para outros utilizarem.

:: Valorize os reciclados ::
É importante não ter preconceitos com os reciclados. Usamos, sem saber, muito material reciclado - roupas, calçados, tapetes, pias, embalagens, pregos e muitos outros.

Além disso, os negócios gerados a partir da reciclagem estão fazendo aparecer produtos similares aos que são feitos com matéria prima virgem e merecem nossa atenção. Valorize e considere com carinho a aquisição de produtos reciclados.

:: Conclusão ::
Hoje temos uma imensa população habitando o planeta, ainda que de forma heterogênea. Uma população que consome muito e que, portanto, usa e produz materiais que são descartados.
Temos, o quanto antes, que destinar corretamente esses resíduos, redirecionando o volume do lixo produzido para a manufatura de novos produtos.

Mais do que uma moda ou uma preocupação com o meio ambiente, a reciclagem está se transformando em uma nova concepção de negócios. E não se trata só da criação de empregos ou fabricação de produtos. Há também que se considerar o ganho de imagem de empresas com gestão ambiental, de seus funcionários que são mais motivados e responsáveis. Está chegando o momento em que as preocupações ambientais serão uma obrigação na sociedade. Aproveite enquanto ainda é um diferencial para se destacar. Experimente!

Este texto foi produzido pela Criatura comunicação para um site ambiental.
A Criatura comunicação pode divulgar as açoes sociais da sua empresa. Você pode entrar em contato com a Criatura clicando em www.criatura.com.br

fonte: Abrelpe - www.abrelpe.com.br