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Olá, é um prazer ter sua companhia !
"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."
( Carlos Drummond de Andrade )

domingo, 17 de maio de 2009
Vídeo - O Problema não é meu
É muito interessante, trata do trabalho em equipe....a importância da comunicação, informação precisa, responsabilidade, enfim, são vários fatores.....
Vale a pena assistir. Indico para reuniões de modo geral, principalmente de docentes.
http://www.youtube.com/watch?v=ORr3uyzz_Z8&feature=related
EDUCAÇÃO
Animação com bonecos de massinha e espuma pode ser exibida na sua escola
Eis aqui uma dica para você dar ao seu professor e, assim, transformar a aula em uma sessão de cinema. A história de João das Alfaces, uma animação feita com bonecos de massinha e espuma, que usa a mesma técnica utilizada em sucessos do cinema como A fuga das galinhas e Wallace e Gromit, pode ser exibida no seu colégio. Como? Basta que sua escola cadastre-se em um projeto da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, chamado Agroecologia para gente que cresce.
O filme é uma das iniciativas desse projeto e conta a história de João das Alfaces, um produtor rural, que, ao ver a sua plantação de alfaces sendo atacada por formigas, pulgões e lagartas, decide usar agrotóxicos, sem saber que há outras opções, mais seguras, para combater pragas como essas.
Com 15 minutos de duração, esse DVD não só prende a atenção, como também ensina muito. Então, clique na tela abaixo, assista a um trecho do filme e não esqueça de pedir ao seu professor para enviar uma mensagem eletrônica para gentequecresce@cnpab.embrapa.br e, assim, levar o DVD para a sala de aula. A sua turma, com certeza, vai adorar!
http://www.youtube.com/watch?v=3HA-qqbEPeU
MATEMÁTICA
O homem que calculava
Conheça o divertido mundo do professor de matemática e escritor Malba Tahan
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O que é, o que é? Ou melhor: quem é, quem é? Que escrevia histórias árabes, mas era brasileiro? Gostava de sapos e de geometria? Se você não sabe, a gente responde: é o Malba Tahan! Um professor de matemática e, também, escritor muito criativo, que adorava elaborar enigmas em sala de aula para iniciar suas explicações. Malba nasceu no Rio de janeiro, no dia 6 de maio de 1895 e seu verdadeiro nome era Júlio César de Mello e Souza.
O primeiro nome falso que ele adotou foi R.S.Slade para fingir que era um escritor de outro país e conseguir publicar uma história dele num jornal, uma vez que seus contos já haviam sido rejeitados pelo editor do mesmo jornal quando assinou seu nome verdadeiro. E deu certo! Por isso ele decidiu usar sempre um nome estrangeiro. Mais tarde, escolheu Malba Tahan, porque adorava escrever histórias árabes.
Por mais incrível que pareça, ele não foi sempre um ótimo aluno em matemática. Só quando teve um professor de quem gostava é que começou a entender melhor a matéria. O que ele adorava mesmo, quando criança, era colecionar sapos - argh! - e escrever pequenas revistas que se chamavam Erre, com histórias, notícias e jogos. O livro mais famoso de Tahan e a revista que fazia quando criança
Já adulto, quando se tornou professor e escritor, ele continuou a colecionar sapos, mas de louça. Já imaginou um professor que entra em sala de aula, se curva diante de um aluno e diz Salam Aleikum, que quer dizer "a paz esteja contigo", em árabe, e depois escrevia uma charada sobre sapos no quadro-negro para dar uma explicação matemática?
Os números e as propriedades numéricas eram para ele como seres vivos. Dizia haver números alegres e bem-humorados, frações tristes, multiplicações carrancudas e tabuadas sonolentas. Havia, para ele, algarismos arábicos com túnicas brancas e turbantes vermelhos, além das contas-de-faz-de-contas.
Essa é uma parte da história do professor Mello e Souza ou Malba Tahan, o "carioca das arábias", que misturava diversão com matemática. Se estivesse vivo, ele teria completado 110 anos em 2005. Para saber mais a seu respeito, leia esse artigo na íntegra na CHC 54.
EDUCAÇÃO
Textos das seções de maior sucesso da CHC são reunidos em livros
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Quem acompanha a revista Ciência Hoje das Crianças certamente conhece vários animais que correm o risco de desaparecer da natureza. Também sabe o que fazem profissionais tão diferentes quanto um astronauta e um filósofo. Sem falar que sempre encontra a resposta para uma pergunta curiosa, como “por que a água do mar é salgada?”. Afinal, a publicação conta com três seções que tratam justamente de cada um desses temas: Galeria dos Bichos Ameaçados de Extinção, Quando crescer, vou ser... e Por quê?.
A novidade é que os textos mais interessantes de cada uma dessas seções da revista foram reunidos em três livros diferentes. Publicados pela editora Companhia das Letrinhas, Procura-se! Galeria dos animais ameaçados de extinção, O que você vai ser quando crescer?
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Os textos, em sua maioria, são escritos por cientistas brasileiros, o que garante que as informações encontradas ali são confiáveis e de qualidade, além de representar um diferencial e tanto.
Nada como ter um físico para explicar por que levamos choque ou um biólogo para contar as razões que levam a preguiça-de-coleira a estar ameaçada de extinção, não é? Quem entende do assunto pode falar com mais segurança e até conhecer curiosidades que nem poderíamos imaginar. Você, por exemplo, sabia que um casal de ararinha-azul não se separa jamais? Pois é verdade!
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Se você já é leitor da CHC, tem a oportunidade de ver textos publicados originalmente na revista com novas ilustrações ou conferir algum tema que tenha sido tratado justamente na edição que esgotou nas bancas. Já quem não conhece a primeira revista sobre ciência para o público infantil do Brasil vai descobrir o quanto esse assunto pode ser encantador não só para os leitores mirins, mas também para os de todas as idades!
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DICA PARA EDUCADORES.....
Rex e Diná são os apresentadores do programa Pequenos Cientistas
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A cada fim de semana, você, assinante da Net, Sky, TVA e VocêTV, é convidado a descobrir o lado curioso e divertido da ciência, na companhia dessa dupla pré-histórica, mas antenada como ninguém. Tudo isso daquele jeito que só a Ciência Hoje das Crianças sabe fazer: misturando informação de qualidade com muita descontração. Clique aqui e assista a um trecho desse programa que, certamente, vai prender a sua atenção.
Mais informações e vídeos dessa atração, além de atividades e papéis de parede para o seu computador com desenhos do Rex e da Diná, você também encontra aqui. Meninos e meninas, é hora de ver os dinossauros na TV! Não percam!
Assista ao vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=2rnsydHBhW0
EDUCAÇÃO
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O condomínio chamado corpo humano
Nosso organismo é habitado por bilhões de formas de vida microscópicas
Hoje, se uma nova vacina é criada e o governo aconselha a população a tomá-la, ninguém fica indignado. A maioria das pessoas até corre para os postos de saúde com o intuito de se livrar logo da ameaça de pegar uma doença. Mas, há exatos 100 anos, uma lei que obrigava as pessoas a tomar uma vacina causou o maior rebuliço na cidade do Rio de Janeiro: foi a Revolta da Vacina, uma verdadeira rebelião que tomou conta das ruas.
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Sabia que sobre sua pele, neste momento, estão vivendo milhões e milhões de bactérias? Elas nascem, reproduzem-se e morrem, ou seja, passam a vida inteira em seu corpo. Sem, às vezes, nem prejudicá-lo. Achou nojento? Não se preocupe: isso é mais que normal. Temos todos diversos ’moradores’ no interior e exterior de nosso corpo, e vários deles são até muito importantes para seu bom funcionamento. Como os lactobacilos, que habitam nosso intestino. Eles regulam as funções desse órgão e protegem-no da ação de bactérias nocivas, ao mesmo tempo que conseguem alimento em uma fartura difícil de encontrar em qualquer outro lugar. Assim, os dois lados saem ganhando, estabelecendo uma relação que os biólogos chamam de simbiose.
Alguns pesquisadores afirmam que, no total, existe um número superior a 10 bilhões de bactérias em nosso corpo, divididas em mais de 200 espécies diferentes. A grande maioria vive no interior do organismo, em que a temperatura é mais ou menos estável e o alimento é abundante. Elas preferem os lugares em que é fácil encontrar comida: dentes, garganta e aparelho digestivo. Mas poucas bactérias habitam os locais em que há líquido correndo, como os canais por que passam as lágrimas ou a urina. Elas não resistem à força da correnteza e acabam sendo arrastadas.
Embora o número de bactérias que habitam o corpo humano seja alto, todas elas, se reunidas, encheriam um recipiente pouco maior que uma garrafa pequena de refrigerante. E esse volume, comparado com o do nosso corpo, não significa muito. Quando estamos doentes, o volume de bactérias aumenta por causa das que invadem o organismo para provocar a doença. Mas não pense que o corpo está tomado por elas! Embora as bactérias sejam muitas, quase não conseguimos perceber sua presença.Mas não são só as bactérias que habitam nosso organismo. Há vários outros organismos, bem maiores que elas. Sabia que o nosso cabelo é cheio de fungos, e as dobras da nossa pele, de mofo? Aargh! Há ainda aqueles moradores, nem sempre benéficos, que não são costumeiros em nosso organismo, mas aparecem de vez em quando em busca de alimento e abrigo. Entre eles, estão o piolho, a sarna e os vermes. Esses indesejados moradores podem ser evitados tomando-se cuidados simples com a higiene.
Por isso, você não precisa mais sentir aquele medo de ficar sozinho que às vezes aparece. Se lhe servir de consolo, lembre que, o tempo todo, mais de 10 bilhões de seres vivos estão juntinhos de você, fazendo uma companhia que, muitas vezes, é benéfica para o funcionamento do seu organismo...
Leonardo Cosendey
Ciência Hoje das Crianças
22/11/00