Olá, é um prazer ter sua companhia !

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

( Carlos Drummond de Andrade )


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

PARA A CRIANÇA, NÃO HÁ ERRO NO DESEMPENHO DE UMA TAREFA

PARA A CRIANÇA, NÃO HÁ ERRO
NO DESEMPENHO DE UMA TAREFA


Nas escolas, o processo mais comum de avaliação das tarefas propostas às crianças é o do CERTO e ERRADO, o das notas e conceitos. Isto é feito, entretanto, não da forma lúdica própria da criança, mas como um verdadeiro massacre sobre elas, classificando-as de uma forma geralmente brutal e irreversível. Com a poderosa tinta vermelha, o professor vai riscando provas e trabalhos... O que em geral, não se sabe é que uma criança não pode realizar uma tarefa que exija um nível mental que ela ainda não tenha atingido (que é o que normalmente ocorre). Não podemos, pois, admitir que exista CERTO e ERRADO, uma vez que sabemos que existem diferentes níveis de respostas a uma tarefa, dependendo dos níveis mentais atingidos pelas crianças, além de sabermos que tudo no universo é relativo...

Como Piaget diz que não se ensina estrutura mental (lógica, por exemplo), o mais honesto é esperar, respeitar o nível em que a criança se encontra, não esquecendo porém de desafiá-la para crescer.

Em uma educação libertadora, os pontos (notas, conceitos) servem de brincadeiras estimulantes para as crianças, podem ser vistos como um jogo. As vitórias e derrotas devem ser dispersas pelos grupos. A nota individual deve ser utilizada o mínimo possível.

Isso depende também como o professor vê esta questão com ele mesmo e em seu universo pessoais! O professor reflete o que pensa, o que acredita e como se sente em relação ao mundo a partir de seus valores.

Todos os trabalhos feitos pelas crianças podem servir como um instrumento a mais para diagnosticar como elas pensam, que estrutura estão utilizando ao resolver problemas, para que possamos organizar-lhes tarefas correspondentes ao seu nível mental, de maneira gradualmente mais complexa, possibilitando, assim, estimular seu desenvolvimento de uma maneira contínua.

Quando uma criança erra uma tarefa proposta, ela denuncia, apenas, a ausência da estrutura mental para resolvê-la (quando, evidentemente, não for um problema de ordem afetiva). É necessário que se encare os resultados dos trabalhos realizados pelas crianças como um índice de suas necessidades ao invés de vê-los como uma sentença.

É interessante colocar que Jean Piaget iniciou seus estudos pesquisando as razões que levavam as crianças a responder errado as questões dos testes de inteligência. Como Piaget, os professores poderiam, de maneira geral, tomar os erros como os indicadores das estruturas cognitivas das crianças e servir-lhes para que se façam as perguntas: o que devo fazer agora? Recomeçar? Propiciar mais experiências? etc.

Colocar “certo” e “errado” em cadernos e provas , ainda mais em vermelho , rabiscando por cima da letra da criança, não modifica em nada a realidade cognitiva da criança, e decorar respostas, sabemos que é o caminho mais seguro para o esquecimento, além de ser um método agressivo, rude e que não considera os sentimentos de uma criança.

Uma exemplo: damos uma série de cartões com objetos, plantas, bichos e pessoas desenhados. Pedimos que as crianças os separem e / ou juntem-nos, formando conjuntos. Uma criança junta “todos os seres vivos” (pessoas, bichos e plantas) e os “não vivos” e uma segunda criança separa-os, formando vários agrupamentos pelo USO que se faz dos objetos (de comer, de beber, de vestir, etc.). Ora, não poderíamos dizer que uma acertou e a outra errou. Esses resultados nos fornecem importante dado sobre as crianças. Sabemos que a primeira utilizou uma estrutura cognitiva PRÉ-OPERATÓRIO (coleções figurais). Ninguém acertou, ninguém errou; o que podemos dizer é que uma usa determinada estrutura e para a resolução de problemas e a outra usa uma outra estrutura.

Devemos procurar, pois em cada “erro” da criança, buscar as atividades que devem ser propostas e estimular seu desenvolvimento.

http://www.inclusao.com.br/projeto_textos_main.htm

PEDRO NAS ESTRELAS......

Pedro nas Estrelas

Itamar Farah

Pedro nas Estrelas

Pedro vivia sonhando com coisas novas e diferentes . As pessoas o achavam até um pouco distraído...Elas diziam. “– Pedro, você parece que está sempre no mundo da Lua.”

Pedro tinha uma vida boa, sua família, seu cachorro Luck, que era muito esperto... Até parecia o dono...

Juntos,Pedro e Luck brincavam e até estudavam a lição de casa. Luck era seu companheiro, enquanto a mãe de Pedro ia ao trabalho.

Pedro vivia sua vida, cumpria com suas responsabilidades diárias e também ficava pensando o que seria quando fosse grande... Sonhava, sonhava e sonhava, tanto que um dia sonhou acordado e adormeceu...ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ

Pedro nas Estrelas!

Acordou estava lá nas estrelas – ficou confuso, era um sonho, ou estava acordado mesmo? Pedro não se importou, queria entender como podia estar nas estrelas sem roupa de astronauta? Pior ainda, Luck estava com ele, também voando, parecia um satélite, estava engraçado, com as orelhas flutuando em pé e quando latia não conseguia ouvi-lo... Era um AUF , AUF abafado, Pedro falava : “ - O que foi Luck????”

Luck começou a voar atrapalhado, com as quatro patas um pouco desgovernadas, em direção a um castelo, que estava no meio das estrelas. Já que não estava entendo nada mesmo, muito menos aquele AUF abafado o Luck... Pedro resolver acompanhá-lo.

Chegaram ao castelo todo cheio de nuvens ao redor. Havia um grande jardim e uma porta enorme, daquelas que agente só vê em filmes de terror.

Pedro, um pouco assustado, empurrou a porta, que para sua surpresa, abriu rapidamente... e sem nenhum rangido. Ele pensou: “- Parecia tão pesada. Que estranho!”

-“Vamos Luck !

Não foi preciso falar de novo e Luck já subia as escadas e latia, latia...agora um AUF AUF melhor, parecia um cachorro mesmo..

Pedro achava tudo novo e estranho.. que lugar seria aquele afinal?

Olhou para todas a luzes do castelo, que iluminavam com cores variadas, parecia um arco-íris...eram diferentes...

Ao chegar perto da escada, viu um menino descendo , lá longe. Pensou: “ - Quem será?”,

A imagem estava um pouco turva e com brilho em volta...

Quando o menino se aproximou, Pedro levou um susto enorme! Quase gritou!

- Você é .. é... é... Eu? (disse gaguejando)

- Sim, seu Eu, que está ai dentro!

- Como assim, por que está ai fora?

- Porque você não está me ouvindo ultimamente, achei melhor aparecer, quem sabe assim você irá me escutar!

Luck ficava apenas olhando e abanando o rabo para nós dois. Estranho ele não latiu nenhuma vez! Acho que ficou feliz de ter dois “ donos”.. mais ossos, mas carinho....nada bobo o Luck!

Meu Eu disse “ – Você adora a natureza e animais, e por isso vai escolher trabalhar com eles, quando crescer! Tenha coragem e realize seu trabalho sempre com amor... isso fará a diferença em sua futura profissão”

Conversamos durante muito tempo, afinal éramos velhos conhecidos...inclusive do Luck! De repente, ele começou a subir, subir e bem colorido ficou pairando no ar .Convidou Pedro para voar também. Ele foi...

Puxa !!!! Estava muito legal essa experiência!

Perto, um do outro, juntos enfim, eram um só, Pedro e Luck, voando de volta para casa...

Algumas estrelas estavam brilhando muito, e ficamos mais um tempo, só olhando, admirando a beleza do Universo.

Tinha um barulho estranho no ar, não sabiam o que era. Parecia uma voz dizendo:

- Capitão! Vamos fazer a exploração durante esta viajem estelar?

- Sim! Preparem a desmaterialização! Estaremos no planeta X em segundos! Precisamos conhecer novas culturas e formas de vida.Dr.Pedro irá conosco! Ele poderá fazer a exploração dos espécimes raros!

Pedro viu uma nave espacial, voando. Quando olhou novamente, lá estava ela, toda azul, brilhando, tinha um planeta vermelho, bem pequeno por perto, qual seria?!!!

Olhou de novo e viu na tela da TV, o seu filme favorito!

Pedro se levantou rápido, ainda zonzo e ficou assustado, será que estava dormindo? Isso foi um sonho?

Olhou para Luck que permanecia deitado a lado do sofá...e nada...Ele apenas parecia roncar... Engraçado, estava com as orelhas em pé!

Um livro na mão de Pedro, encostado ao lado, estava aberto e explicava o quanto era importante planejarmos e pensarmos em nosso futuro. E que ele dependia das encolhas que fazíamos no presente. Também falava sobre várias profissões.

A página que estava aberta era na profissão de Veterinário.

Agora Pedro tinha certeza! Bem lá no fundo, ele sabia, o que eu iria fazer em seu futuro!

Cuidar de todos os animais e seres vivos deste planeta.

E quem sabe um dia, de outros planetas também...

Estória do Porco Espinhudo


Estória do Porco Espinhudo

Itamar Farah

extraído do livro Somos Todos Iguais?

Era uma vez uma cidade que se chamava Porcolândia.Lá moravam muitos porcos espinhos(1) Eles estavam com um problema : Quando estava muito frio, queriam ficar juntinhos, por causa do calor do corpo, só que se espinhavam uns aos outros. Um dizia ;”-Ai! Sai para lá…”outros diziam “- Toma cuidado com seus espinhos, tá me machucando Espinhudo” (2)

Espinhudo era um porco espinho muito legal! Não queria machucar os outros! Mas como fazer? Ele também tinha espinhos...(3)

Aí o Espinhudo pensou: ”- Já sei! Vamos ficar bem longe, assim ninguém se machuca! (4) Aí então, arrumaram dois problemas : ficaram com frio, e todos tinham que gritar para conversar.. Eles gritavam :”- Ei, você aí ! É.. é com você mesmo !!! Tá ouvindo ????

Como resolver? (5) Como ficar perto, sem espinhar ninguém e conseguir conversar? (6)

Conclusão com as crianças: Ficar próximo, respeitando os espaços e os espinhos dos outros, perguntando: “- Tá bom aqui?”

Confira Dicas no Livro do Professor!

Tente explorar o texto com uma vivencia corporal é muito produtivo.

Converse em roda com as crianças sobre os temas , ajudando-os a pensar e buscar soluções,

por exemplo seguindo os números do texto:

  • (1) (pergunta –se às crianças se sabem o que é um porco espinho/ o que é espinho).

  • (2) (fazer essa vivência corporal com as crianças)

  • (3) (perguntar as crianças qual a solução para esse problema).

  • (4) (fazer a vivência corporal com as crianças – Como seria ficar bem longe?/

  • (5) (fazer outra vivência corporal com as crianças)

  • (6) (perguntar as crianças como ajudar o Espinhudo )

Convide as crianças para realizarem um desenho livre após a vivência.

Tenho certeza que elas vão adorar!

Boa sorte e sucesso!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Sugestão do Blog da Solange

Encontrei no site
e indico para vocês:


PROJETOS
Para gostar de ler

Pessoas que não são leitoras têm a vida restrita à comunicação oral e dificilmente ampliam seus horizontes, por ter contato apenas com idéias próximas das suas, nas conversas com amigos. Como costuma dizer a consultora pedagógica de Nova Escola, Regina Scarpa, “é nos livros que temos a chance de entrar em contato com o desconhecido”, conhecer outras épocas e outros lugares – e, com eles, abrir a cabeça.
Por isso, incentivar a formação de leitores é não apenas fundamental no mundo globalizado em que vivemos. É trabalhar pela sustentabilidade do planeta, garantir a convivência pacífica entre todos e o respeito à diversidade. Nesta reportagem, dicas para formar leitores de todas as idades.







♥♥♥
By Blog Baú das Idéias*

Calendários de Abril e Maio de 2009



By Blog Prof. Gege*

Plaquinhas para banheiros infantis



By Blog Prof. Gegê*

Projeto Carnaval




Projeto "O Carnaval do Brasil"

Justificativa:
Desde pequenas, as crianças aprendem muito, sobre o mundo, fazendo perguntas e ouvindo fatos e histórias dos seus familiares, amigos até mesmo assistindo TV, vídeos e ou foliando e apreciando revistas e jornais.Vivenciam também experiências e interagem num contexto de: conceitos, gostos e costumes formando suas idéias e conhecimentos sobre o mundo que a cerca.
Através deste pensamento será trabalhado o tema "O Carnaval", de forma integrada indo de encontro aos interesses das crianças respeitando suas necessidades, curiosidades e idéias.

Objetivo geral:
Através deste projeto, levar a criança a:
* Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social, formulando perguntas, imaginando soluções para compreende-lo manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias.

Objetivos Específicos:
* Reconhecer o carnaval brasileiro como a maior festa do mundo;
* Conhecer a história do carnaval no Brasil e suas características;
* Coletar dados sobre o carnaval no Brasil;
* Conscientizar as crianças no sentido de que é preciso não confundir diversão com confusão;
* Desenvolver o gosto pela leitura;
* Trabalhar o raciocínio e a memória;
* Desenvolver a linguagem oral e a escrita;
* Desenvolver o gosto por poemas e músicas;
* Desenvolver a percepção e a coordenação motora;
* Estimular o ritmo;
* Despertar e educar a atenção e a observação;
* Proporcionar liberdade de auto-expressão;
* Possibilitar habilidades com as mãos; desenvolver o espírito criador;
* Estabelecer relações de quantidade/cor, quantidade total e formas;
* Trabalhar com seqüência de numeração;
* Desenvolver a percepção usual do número;
* Trabalhar com psicomotricidade;
* Estabelecer regras para o jogo.

Conteúdos:
* O Carnaval;
* Linguagem oral e escrita;
* O fazer artístico;
* Apreciação musical
* Expressividade
* Equilíbrio e coordenação;
* Número e sistema de numeração

Estratégias:
*Música
* Poemas;
* Parlendas;
* Painéis;
* Pesquisa;
* Dança,
* Desenho;
* Pintura;
* Festa de carnaval;
* Brincadeiras infantis;
* Jogos diversos;
* Ditado;
* Recorte e colagem;
* Carta enigmática
* Literatura infantil;
* Vídeos;
* Cds;
* Fantoches;
* Máscaras;
* Murais informativos;
* Atividades explorando a escrita de letras e números.

Avaliação:
A avaliação será realizada permanentemente comprometida com o desenvolvimento das crianças. Será observado o que as crianças sabem fazer, o que pensam a respeito do carnaval e do que é difícil entender, assim como conhecer mais sobre os interesses que possuem.

Cronograma: 1 a 2 semanas.

Desenvolvimento das atividades:
O projeto O carnaval do Brasil, pode ser desenvolvido através da sua história.
Para tornar a história do carnaval do Brasil interessante levar para a sala de aula reportagens e fotos sobre o assunto. Observando o interesse das crianças pode-se propor para o grupo uma pesquisa como tarefa de casa.
O material que as crianças trouxerem poderá ser apresentado no momento da rodinha. Todos deverão ter a oportunidade de mostrar sua pesquisa para o grupo e falar sobre ela. Em seguida, poderão confeccionar murais ou cartazes informativos.
Os murais ou cartazes informativos chamam a atenção até dos pais ou responsáveis das crianças, que também param em frente para ler, observar e comentar sobre as informações contidas nos mesmos. E também poderão conferir a utilização da pesquisa feita por seus filhos.
Além das atividades específicas como: rodinhas informativas; hora de novidades e surpresas; pesquisas; comentários de gravuras e observações dirigidas; também poderão ser realizadas, com as crianças, atividades relacionadas que auxiliem no esclarecimento e fixação do assunto estudado, explorando a comunicação e expressão através de pantomimas, coro falado, poesias, jogos e recreação.
Explorar, também, a matemática com objetivo de desenvolver conceitos matemáticos. E cantar músicas de carnaval, pois é possível constatar que a maioria das crianças não conhece as músicas apresentadas, mas todas aprendem com facilidade.
É preciso, portanto, realizar momentos divertidos com muita música e dança.

MÚSICAS:

* Música:
Quanto riso! Oh!
Quanta alegria!
Mais de mil palhaços no salão.
Arlequim está chorando
pelo amor da Colombina
no meio da multidão!

* Música:Mamãe eu quero.
Mamãe eu quero.
Mamãe eu quero mamar.
Dá a chupeta,
Dá a chupeta,
Dá a chupeta,
Pro bebê não chorar.





JOGOS:

Bingo:
Com cartelas individuais explorando palavras cada criança tem a oportunidade de jogar bingo.
Exemplo de palavras que podem ser exploradas:

* Palhaço;
* Alegria;
* Salão;
* Serpentina;
* Colombina;
* Fantasias;
* Samba;
* E muitas outras palavras que lembra o carnaval.

Jogo da forca:
Este jogo pode ser realizado no quadro de giz e ele é realizado com a participação de todas as crianças.

Exemplo do jogo:
C R A L___ ____ ____ ____ ____ ____ ____ ____(C A R N A V A L)
As crianças têm a oportunidade de adivinhar quais são as letras que compõe a palavra e qual é a palavra...

Jogo do dominó:
Este jogo explora a primeira letra da palavra.
A criança precisa juntar a cartela da letra com a palavra...
Exemplo:
A / ARLEQUIM

Trabalhar em conjunto e realizar as atividades explorando a escrita de letras, palavras, números, assim como desenvolvendo a noção de quantidade e a oralidade.
Exemplos:

* Acrósticos;
* Caça-palavras;
* Ditados divertidos;
* Alfabeto móvel;
* Qual o número que vem antes ou depois do número indicado pela professora ou colegas;

Atividades de Artes:

*As crianças precisam ter a oportunidade de usar sua criatividade através do recorte, colagem, pintura e desenho com guache, giz de cera e lápis de cores, montagem de painéis e construção de máscaras carnavalescas.

* Cada criança recebe uma máscara de pirata (ou outro personagem) para pintar, colar adereços, enfim, enfeitar do seu agrado. E saem máscaras no capricho.

* É preciso promover momentos para escutar, dançar e brincar muito com músicas carnavalescas atuais e antigas. Estes momentos são importantes para a socialização do grupo.

Brincadeiras Infantis:
* Durante a realização deste projeto as crianças devem participar e compartilhar espontaneamente com sugestões e idéias de brincadeiras infantis. Algumas brincadeiras que podem ser realizadas: O gato e o rato; passar anel; ovo choco; pega-pega; esconde-esconde e outras.

Festa Carnavalesca:
* Na festa carnavalesca da escola as crianças são convidadas a virem fantasiadas e a aproveitarem muito bem a festa dançando, cantando, participando dos trenzinhos e se entrosando com as crianças de outras turmas com alegria e amizade.

Conclusão:
Durante a realização deste projeto é importante observar e perceber o interesse das crianças em aprender e participar das atividades propostas com atenção, criatividade, responsabilidade e muito dinamismo.


Bibliografia:
* REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de EducaçãoFundamental. - Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.:il.

* RADESPIEL, M. Eventos Escolares. Arte na Pré-Escola r no Ensino Fundamental.Coleção Alfabetização Sem Segredos. Contagem, MG: Editora IEMAR, 1999.

* PINTO, G.R. e LIMA R.C.V. Alfabetização na Pré - Escola.Coleção O dia- a -dia do professor. Belo Horizonte, MG: Editora FAPI IndústriaGráfica Ltda 6ª edição


By Profa. Gegê**